28 de fevereiro de 2012

SINTO QUE SOU UM MUNDO DE FRIEZA

Eu queria estar de joelhos, enquanto o mundo fosse mundo…

– O meu sofrimento, o que se passa na minha alma, nem eu sei dizê-lo; mas sabe Jesus, conhece-o, sabe que não minto, que não vivo para enganar. Ao menos isto: Jesus conhece e só Ele poderá pedir-me contas. Sinto que sou um mundo de pecados, de podridão. Sinto que sou um mundo de frieza e de ingratidão. Sinto que sou um mundo de esquecimento e desprezo por Jesus e sinto que sou um mundo de sangue. Que dor para mim ao sentir que tudo fiz e nada mais posso fazer pelo mundo. Mas, meu Deus, o que fiz eu, se tudo o que sofro e tudo o que faço não me pertence! Como posso sentir que tudo fiz pela salvação do mundo! Não dei por ele a minha vida, mas essa mesma já a ofereci a Jesus. O que é este mundo de sangue que eu sinto que sou? Vós o sabeis, ó meu Deus, isso basta. Parece-me que toda a humanidade é banhada nele. Ai, se eu soubesse o que podia fazer para a salvar! E as pobres criancinhas do limbo? Não desisto da minha oferta, dos meus pedidos a Jesus para as ir lá baptizar. Oh! se eu pudesse! Se Jesus o consentisse! Eu queria estar de joelhos, enquanto o mundo fosse mundo, claro está, sempre coma graça e força de Jesus, para obter d’Ele esta graça: baptizar as criancinhas. É insuportável a dor que me causa a lembrança de elas ficarem uma eternidade inteira sem amarem a Jesus, sem O verem, sem O louvarem. Que pena, que pena, meu Jesus, parece que morro de compaixão por elas. E as almas que estão no inferno! Ó meu Jesus, não ter ele fim! Não sei se me faço compreender. A minha alma sente uma dor indizível não tanto pela dor que elas lá sofrem, mas sim por não poderem mais ver a Deus. Oh! que negro sofrimento, parece-me mais do que desespero. Meu Jesus, nem sei o que digo: queria sofrer tudo, tudo e remediar todos estes males. Ó meu Amor, ó meu Amor, Vós, sim, Vós vedes, Vós acreditais na sinceridade das minhas palavras; não saem só dos meus lábios, saem do mais íntimo do meu coração, do meio da maior dor e agonia da alma. Sim, meu bom Jesus, sabeis que não é intrujice, como alguém diz que a minha vida o é. Por graça e misericórdia Vossa nunca pensei em tal. Há em mim alguma coisa de bom, de louvável? Não o sinto, não o conheço. Mas, se o há, a Vós pertence, não é meu. Oh! quantos espinhos ferem este coração que já não existe senão para sofrer. É do fundo da alma que Vos peço perdão para os que tão cruelmente me ferem. Sou ferida por aqueles de quem menos devia ser, mas também eu procedo assim por Vós, meu bom Jesus. Perdoai-me. A minha alma sente que muitos dos que me têm ferido querem agora limpar-se, mas a mim não podem, sou trapo imundo, ainda se sujam mais. Ai, como estou magoada, mas antes milhões de vezes sofrer inocente do que uma só vez culpada. Não quero perder um momento a minha união com Deus.

Sentimentos da alma: 22 de Janeiro de 1945

HOJE É SÓ COMIGO QUE TU PECAS…

Dizia coisas vergonhosas que não posso dizer...

Passei a noite alerta, muito alerta; pedi tantas coisas ao meu Jesus! Repetidas vezes renovei-Lhe a minha oferta de vítima. agradeci-Lhe mais o benefício que me concedia de eu não dormir, pois assim melhor Lhe podia fazer companhia e conversar mais a sós com Ele, viver mais a vida d’Ele e só com Ele desabafar. Sem eu querer, vinham-me ao pensamento tantas, tantas coisas que me fizeram e fazem sofrer, e dizia:
– Jesus, passam-se semanas, meses e anos e eu encerrada dentro destas pobres paredes. Elas e Vós sois testemunhas das minhas agonias e lágrimas. Fiz alguma coisa para parecer bem, para merecer louvores ou para enganar? Por grande misericórdia e graça Vossa nunca o fiz, meu Jesus. Sou a Vossa vítima, aqui me tendes prisioneira neste quarto, por Vosso amor e pelas almas. Nunca gozei o mundo nem as suas falsas alegrias. O meu gozo, a minha alegria é o Vosso amor e a salvação das almas.
Nesta conversa e unida a Jesus, fui assaltada pelo demónio. Usou das suas manhas, das suas malícias, dizia-me:
– Hoje é só comigo que tu pecas, é para pecares com mais amor, abraça-te a mim.
Dizia coisas vergonhosas que não posso dizer. Não me deixava recorrer a Jesus; só ao terminar da luta o pude conseguir deveras. E, neste momento, uma multidão de anjos em torno cercavam a minha cama. De repente, fiquei na minha posição e o demónio retirou-se para longe, de onde me afirmava alegremente que eu tinha pecado. a visão dos anjos, o brilho da sua luz aliviaram-me a minha dor. Eles estavam como que admirados de tal tragédia, mas compadecidos de mim. Mas as palavras afirmativas do demónio causaram-me tal ferimento e impressão que de verdade parece-me que, quando chamei por Jesus, já era tarde e só por graça d’Ele não O teria ofendido. Já passaram tantas horas, e este receio, esta dor cá estão em meu coração vivamente. Recebi o meu Jesus tão cheia de medo e com tanta pena e receio de ter pecado. Ai, meu Deus, que vida a minha. Na noite anterior a esta, combati por muito tempo com o maldito; combati sempre sobre abismos, mas variados, alguns eram aterradores. Sobressaíam sobre mim as labaredas de fogo quase preto e faziam tal estrondo, tal ruído que pareciam de cascas verdes de lenha. Dizia-me o demónio:
– Este é o prazer desordenado, este é o prazer mais delicioso. Goza, goza comigo, é tão bom gozar, etc.
Ofereci a Jesus os meus suores, o medo de pecar por aqueles que nada temem e nada sofrem por ofender e ver Jesus ofendido. Sinto que a minha oferta nada vale. A dor que me causa todo este martírio tira-me a alegria e a consolação de tudo.
– Ó meu Deus, se eu pudesse convencer todas as almas do que se sofre no inferno! Se eu pudesse fazer-lhes conhecer o que é uma ofensa feita a Vós, a dor que causa ao Vosso amantíssimo Coração! Sinto-me envergonhada, meu Jesus, por nada fazer por Vós e por nada saber dizer da dor que sinto ao saber-Vos ofendido e por não Vos amar nem Vos fazer amado. É a verdade pura que me sai dos lábios e do coração. Não é assim, meu Jesus? Que grande graça ao menos Vós saberdes que não minto, que não intrujo. Por tudo isto dai-me amor, amor, almas, sempre almas.

Sentimentos da alma: 22 de Janeiro de 1945

21 de fevereiro de 2012

O GESTO DA VERÓNICA…

… compadecida da minha dor…

– Para onde caminho, Senhor? Que será de mim, meu Jesus?
Tudo é medo, tudo é pavor. Caminho apressadamente por entre ruas escuras e estreitas. Caio desfalecida, esmaga-me o peso das humilhações. Sou arrastada por duas cordas. Sinto o meu rosto por terra, as faces muito feridas. A dor dos agudos espinhos vem penetrar-me até ao coração; dor que parece dar-me a morte. Sinto os joelhos, os ombros e mais partes do corpo em dolorosas chagas. Envergonhada de tanta curiosidade, na tristeza mais profunda que se pode imaginar, a custo vou caminhando, caindo repetidas vezes. Neste caminho vem ao meu encontro a mulher, a mulher querida, compadecida da minha dor. Com que ternura e amor limpa do meu rosto o suor, o sangue e o pó. Os laços da mais estreita amizade prendem os nossos corações. É indizível o que queria dizer dela, os louvores que queria dar-lhe. Oh! como queria que ela fosse falada por este acto tão heróico. No alto da montanha, que desespero sinto em mim, é desespero de amor. Tudo me causa horror: a morte, a morte, o abandono, ó meu Deus. De joelhos, levanto os olhos para o Eterno Pai, dou-Lhe o meu sinal de aceitação a tudo. Baixo os olhos, entro em mim e num abraço mais íntimo estreito tudo ao meu coração. Entrego-me à morte. Os algozes continuam o seu bárbaro papel. Quadro horroroso! Que nojo e vergonha de mim mesma. O meu corpo e a minha alma a desfazerem-se em lepra. Espero a minha hora.
Passei da dor ao amor, do calvário, da cruz ao tabor. Principiei a sentir o amor de Jesus fortemente no meu peito e no coração e a Sua divina presença em mim; e logo ouvi a Sua voz, doce e suave:
– Vem o céu a prestar homenagens ao Rei do céu, à rainha da terra no seu encontro demorado. Era meu desejo, minha amada, minha pomba querida, que o mundo conhecesse a forma como me dou à minha esposa, à alma virgem. Queria que o mundo conhecesse e compreendesse este amor: o amor com que te amo, o amor com que me amas a mim, o amor às almas, o amor à cruz. Era meu desejo, desejo, grande desejo que o mundo conhecesse a tua vida, vida do amor mais puro, vida de heroicidade, vida de heroísmos com toda a abundância. A tua vida é um painel riquíssimo onde está retratada a vida divina, a vida mais completa de Cristo crucificado. Os homens, os homens, minha filha, opõem barreiras escandalosas a esta vida que eu desejava fosse conhecida para glória minha e bem das almas.
(Sentimentos da alma: 19 de Janeiro de 1945)

QUERO O QUE VÓS QUEREIS

– Ó meu Jesus, por eu não ter querer…

"Jesus uniu o seu Coração ao meu..."
– Ó meu Jesus, por eu não ter querer quero o que Vós quereis; se assim não fora, queria viver escondida, viver como se não vivesse, viver como se nunca tivesse existido, contanto que Vos amasse e as almas fossem salvas. Mas, se assim o quereis, o remédio está nas Vossas divinas mãos; fazei que os homens procedam doutra maneira.
– Não, não, minha amada querida, não é assim.
– Perdoai-me então, meu Jesus, perdoai-me, se Vos ofendi.
– Sossega, não me desgostaste. Onde estão as graças que lhes dei? Não se utilizaram delas, desprezaram-nas, calcaram-nas a seus pés. Utilizaram-se da sua vontade própria, do seu orgulho, dos seus juízos, das falsas luzes. Que mágoa para o meu divino coração. Coragem, filhinha, vence a minha divina causa e com ela vencem os que por ela lutam. Tu és o verdadeiro caminho, estrada de oiro, estrada real, cercado de um lado e do outro das pedras mais preciosas, das maravilhas do Senhor. Felizes almas, felizes pecadores que nela entrarem que vão a porto de salvação. Os teus olhares, os teus carinhos, as tuas ternuras, tudo leva ao céu. São olhares, ternuras e carinhos atraentes que atraem a ti as almas. Por ti vêm a mim. Vais agora, minha filha, receber a vida divina, a vida que te alimenta e dá vida, a vida que dás às almas. Vais receber o meu divino sangue.
Jesus uniu o Seu divino Coração ao meu assim como o Seu santíssimo rosto e lábios se uniram aos meus. O meu coração parecia-me estar colado ao de Jesus e do Seu Coração divino passava para o meu sangue. Sentia o meu a dilatar-se, a dilatar-se, era grande, muito grande. Sentia também receber vida dos lábios de Jesus para os meus. Ele cobria-me de carícias e dizia-me:
– Dou-te o meu sangue, a minha vida por onde eu quero e como quero.
Esta união foi demorada. Depois de algum tempo, Jesus chamou:
– Vem, minha Mãe, minha bendita Mãe, dá a tua vida celeste, dá as tuas graças e riquezas a esta minha filha e esposa e também tua filhinha querida.
Jesus desuniu de mim o Seu santíssimo rosto e lábios, mas deixou sempre ligado o Seu divino Coração. Tomou a Mãezinha o lugar de Jesus; uniu o seu santíssimo rosto ao meu, estreitava-me, cobria-me das suas carícias e bafejava-me com tanta doçura. Senti que d’Ela recebi muita vida, e dizia-me:
– Minha filha, esposa do meu Jesus, tabernáculo do meu Jesus, sacrário do meu Jesus, onde Ele habita sempre, sempre.
(Sentimentos da alma: 19 de Janeiro de 1945)

DÁ-LHE, MINHA MÃE, AS RIQUEZAS DO CÉU.

– Este é o sangue que germina, gera e dá a vida às virgens.

E Jesus dizia à Mãezinha:
– Dá-lhe, minha Mãe, as riquezas do céu, dá-lhe todo o teu amor. Ao menos tu e eu a darmos-lhe a sentir o nosso amor e consolação, já que das criaturas, a quem ela ama e que estão a seu lado, não recebe consolação, não sente que elas a amam e até delas tem medo. Tirei-lhe tudo, tudo, tirei-lhe para minha glória, tirei-lhe para a salvação das almas, tirei-lhe para abrilhantar a escora que sustenta o braço do meu Eterno Pai, para ela, ao ver tal brilho, tais encantos, se esqueça do seu poder e use de misericórdia, só de misericórdia para o mundo. Tirei-lhe tudo, espremi-a, espremi-a, dela consegui os licores deliciosos.
– Desprende-te de nós, minha filha, vai para a tua cruz, para a tua vida de amor.
O meu coração estava cheio, cheio; Jesus fechou-o para não sair dele o sangue, e disse:
– Este é o sangue que germina, gera e dá a vida às virgens como tu.
– Obrigada, meu Jesus, obrigada, Mãezinha. Custa-me tanto desprender-me de Vós, sair deste amor! Sim, por Vosso amor desprendo-me, mas antes dai-me este amor para dar às almas que eu amo e me são tão queridas; dai-mo para eu dar a todos os meus, dai-mo para eu dar àquela alma que está em perigo e por quem Vos ofereci hoje os meus sofrimentos. Quero que ela se salve e como sinal disso não quero que morra sem todos os sacramentos. Dai-mo para eu dar às almas que tanto me fazem sofrer, para que Vos conheçam melhor e Vos amem cada vez mais. Dai-mo para dar ao mundo inteiro, para que ele seja salvo.
– Vai, ó nova redentora, salvadora dos pecadores, vai, obedece, escreve tudo, faz esse sacrifício, dá o nosso amor como desejas, com toda a abundância.
– Obrigada, Jesus e Mãezinha, obrigada sempre na terra e no céu.
Voltei à minha cruz, ao mar imenso das minhas dores. Já lá vão algumas horas e o meu coração ainda arde como uma grande fornalha.
– Bendito seja Jesus e o Seu amor.
(Sentimentos da alma: 19 de Janeiro de 1945)

15 de fevereiro de 2012

AQUI ME TENDES, SOU A VOSSA VITIMA !

Dai ao menos remédio que evite a perda de mais almas !

– Ó meu Deus, fugir para onde, se não há esconderijo para mim. Tristes horas me esperam. Sinto em mim um mar imenso de sofrimentos. Estou como se a morte estivesse para bater-me à porta. Apesar da ingratidão contra mim, ingratidão sem limites, quero todos os sofrimentos, quero abraçá-los. Só a dor e a morte serão o remédio de tantos males. Sinto de joelhos, inclinada na presença do Eterno Pai para ser imolada como a mártir que de boa vontade se entrega e inclina diante do carrasco para ser degolada. A minha alma está triste até à morte. À vista de tantos sofrimentos, não pode ter alegria. Se a minha morte fosse a vida para toda a humanidade! Ó trevas, ó horror, ó meu Deus, que para tantos tudo é perdido, tudo é inútil; de nada valem as minhas dores, o meu martírio, a minha morte. Estou louca. Agora levanto-me, estendo os meus braços e com olhares de quem tudo pode fito-os no Eterno Pai. Pai, ó meu Pai, aqui tendes a Vossa vítima, vítima que a todos quer salvar, mas não me abandoneis, não me deixeis envolta nas trevas, entregue ao demónio. Pobre de mim, meu Jesus, que ânsias consumidoras. Quero meios, mais meios para salvar o mundo. Não os encontro, não os conheço; nada mais posso fazer por ele. O meu coração está louco, louco pela humanidade, louco por todas as almas. Se eu tivesse vítimas que por mim se deixassem imolar, para que eu com elas pudesse salvar as almas que se perdem, e perda irremediável! Ó Jesus, nada tenho, nada posso conseguir. Queria ir ao limbo baptizar as almas. Queria ir ao inferno arrancar de lá as que lá estão condenadas. Impossível! Ó Jesus, tende dó, tende compaixão, dai ao menos remédio que evite a perda de mais almas. Abrasai corações em zelo de amor por elas, corações que Vos amem por todos os corações, vítimas que só pensem em se deixarem imolar por Vosso amor e por toda a humanidade. Que sede, que sede, Jesus, eu tenho de almas. É sede insuportável. Ai que saudades do céu! Sinto-me caída sobre a terra nua, desfalecida, sem força para resistir a tudo isto. Valha-me o Vosso amor, Jesus, sim, só ele será a minha força. (Sentimentos da alma: 18 de Janeiro de 1945)

PECAR, NÃO !

Entremeava palavras e gestos feíssimos

O demónio, sem dizer palavra, andava como o leão enfurecido, de dentes descarnados, a arrancar-me as entranhas e a deixá-las retalhadas pelo solo. O mesmo queria fazer-me ao coração, formava assaltos para ele, mas sem lhe tocar. Eu sentia a raiva que ele lhe tinha e as ânsias que tinha de o apanhar. Depois principiou com uma desencadeada de palavras e lições feias.
– Vamos pecar, vamos gozar – dizia ele. Dá-me tudo o que eu te peço, peca por vontade, peca por amor. Dá-me o teu coração. Se o possuir, possuo tudo.
Pelo meio disto entremeava palavras e gestos feíssimos. Parecia-me estar a ele entregue inteiramente, só a ele entregue. Por algumas vezes pude fitar a Jesus Crucificado, Jesus pequenino, a Mãezinha e S. José. Raras vezes lhes pude pedir que me valessem. Na tremenda luta, no auge da aflição, a minha língua ficou como que destravada, e eu exclamei:
– Pecar não, pecar não. Valei-me, Jesus, não quero manchar a minha alma.
Serenou tudo por alguns momentos. Depois voltou o maldito, mas mais de longe, mostrando-se satisfeito, a dançar e a afirmar-me que eu tinha pecado. Fiquei tão triste! Sentia o meu coração numa bola de sangue. Sozinha desabafei com Jesus:
– Ó meu amor, quando terminará tudo isto? Tudo me aterroriza, temo ofender-Vos, temo falar-Vos, temo não Vos amar. Que será de mim, Jesus! Corre para mim a sexta-feira a passos de gigante. Bem vindo seja o que é por Vós. Velai por este nada, compadecei-Vos desta miséria, miséria sem igual. Sou sempre a Vossa vítima, meu Amor. (Sentimentos da alma: 18 de Janeiro de 1945)

14 de fevereiro de 2012

CONFERÊNCIAS SOBRE A BEATA ALEXANDRINA

Católica Porto e Associação Tuitio Fidei organizam uma série de Conferências sobre Beata Alexandrina.



PROGRAMA DAS CONFERÊNCIAS


VINDE NUMEROSOS !