21 de abril de 2017

CONVERSA COM UM AMIGO

Sobre os Sites e páginas Facebook


Há dias atrás, por mero acaso, encontrei um amigo que já não via há muito tempo.
Depois de nos saudarmos, começamos a conversar daquilo que os nossos corações estão cheios: da Beata Alexandrina.

— Sei que continuas a alimentar os Sites e as páginas no Facebook da nossa querida Beata, visto visitar essas páginas regularmente…
— Até parece que é tudo o que sei fazer, meu bom amigo, respondi eu sorrindo.
— O dois Sites sobre a Beata Alexandrina devem ter muitos visitantes, suponho eu?
— Uma média de 10 000 por mês, o que me parece razoável, visto que juntando os dois esta média sobe para 20 000 por mês… e até mesmo mais. Acontece, de vez em quando que num só mês um ou outro dos Sites atinja as 20 000 visitas…
— Vi que foste obrigado a abrir uma nova página no Facebook, por causa da limitação a 5 000 “amigos”.
— Foi essa a causa, de facto… Não queria que muitos ficassem “de fora” por uma questão de limitação…
— Notei que a maior parte dos teus “posts” recebem numerosos “gosto”, o deve ser para ti motivo de alegria.
— Para te ser franco, não são os “gostos” que mais me alegram, mas os comentários. Esses sim, alegram o meu coração, porque muitas vezes não só são pertinentes, mas também verdadeiros testemunhos de amor para com a Beata Alexandrina, quando não são autênticas orações!
— Mas também vi que há muitos comentários  — o que não se pode ver nos sites! — mesmo se muitas vezes o dito comentário se limita à palavra “Ámen”.
— É verdade que muitas vezes os comentários se limitam a isso, mas não vamos esquecer que a palavra “Ámen” significa “Assim seja”, o que me leva a crer que a pessoa que coloca esta palavra, tenha lido o texto proposto, o que nem sempre é o caso daqueles que se limitam à palavra “gosto”.
— Portanto, ao ouvir-te quase fico a pensar que estás insatisfeito!
— Eu não devo ter esse género de sentimentos, porque isso me levaria certamente à auto-satisfação e até mesmo à vaidade. Não, o que me interessa é que a Beata Alexandrina seja conhecida e amada pelo maior número possível de pessoas, qualquer que seja a nacionalidade destas.
— Se tivesses um conselho ou uma sugestão a fazer aos “amigos” da Beata Alexandrina, no Facebook, que lhes dirias?
— Que mais vale um curto comentário do que um “gosto” para fazer prazer.
— E dizendo isso, não te parece que corres o risco de perder “amigos”.
— Meu amigo, eu não perco nem ganho nada, porque não é para mim nem para a minha glória pessoal que trabalho, mas para a maior glória de Deus e a salvação das almas, das quais a minha também faz parte.
— Já sei o que vou fazer a próxima vez que for ao Facebook, visitar a página da Beata Alexandrina… Um pequeno ou curto comentário agrada-te mais do que o simples “gosto”, para marcar a visita…

— Compreendeste bem! É isso mesmo! Não te esqueças!

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