9 de abril de 2017

DIREITO DE RESERVA

Uma só coisa conta : a causa da Beata Alexandrina !


Estou sujeito a um direito de reserva, mas direito de reserva não requer de mim manter o silêncio sobre certas coisas cuja importância me parece essencial. A única razão para mim — que alimento as duas páginas da Beata Alexandrina, a título estritamente pessoal — é não publicar aqui algo que possa ter má influência na sua causa de canonização, que espero se realize o mais rapidamente possível, quando for a hora de Deus.
Publicar aqui textos dela é o fim que me fixei. Se algumas vezes esses textos podem perturbar algumas almas sensíveis, peço desculpa, mas se ela os escreveu, foi para que fossem conhecidos e meditados por cada um de nós.
Outra certeza: os textos que a Beata Alexandrina escreveu, não eram, na sua maioria, destinados ao seu tempo mas ao nosso actual.
Porquê?
A razão é fácil de compreender: só agora eles estão a ser conhecidos !
Quando ela os escreveu, só os seus directores espirituais estavam ao corrente e algumas pessoas da família, ninguém mais…
No seu tempo não existiam meios de comunicação social como hoje…
O único que ousou publicar textos da Alexandrina — o Padre Terças — foi o “culpado” (escrevo entre parênteses propositadamente!) e a sua publicação teve como efeito imediato o exílio do padre Mariano Pinho, primeiro Director espiritual da Alexandrina.
Quando se lêem os textos dela — como o posso fazer, graças a Deus! — esta realidade salta aos olhos, mesmo quando se não é “especialista” da Beata Alexandrina.
O facto de revelar estes textos tão importantes e mesmo sublimes, não me trouxe só amigos, bem pelo contrário, aumentou o número dos meus inimigos, porque humildemente, faço o que muitos, qualificados para isso, não fazem: até de  “ladrão” me chamaram !
O amor à Beata Alexandrina, deixa-me de “mármore”, quando me atacam ou me chamam nomes que aqui não citarei… A causa da Beata Alexandrina sempre teve e terá mais importância que a minha pobre pessoa…

Estou convicto que, como tão bem o diz São Paulo, “o amor jamais acabará”!
Para que não subsistam dúvidas, assino:
Afonso Rocha

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